Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Calma!!!

É com alguma preocupação que tenho lido alguma histeria em torno de LFV.
Estou perfeitamente à vontade para falar sobre o nosso presidente pois nunca votei nele. Nas últimas eleições apelei ao voto em branco e nos sufrágios anteriores mantive a bitola: voto em branco.
Reconheço a LFV muitos méritos, e muitas qualidades enquanto estratega no mundo empresarial, com isso conseguiu reerguer o clube financeiramente (será?) e devolveu-lhe a credibilidade perdida criando condições para o Benfica lutar por títulos. Paralelamente construiu um património pessoal invejável que sem o protagonismo que esta cadeira lhe dá dificilmente conseguiria atingir. Poderia ser uma relação "win - win" mas a verdade é que não o é.
O trabalho de LFV no Benfica há muito que estagnou em beneficio dos negócios pessoais e isso hoje é uma evidência: estando o Benfica na luta por um titulo, numa fase crucial de uma época em que fomos roubadissimos, em vez do presidente estar presente junto dos profissionais que "lidera" anda em negociatas pessoais pelo Brasil. No passado não era diferente, sempre assim foi, e é por isso que nunca votei LFV, apesar de lhe reconhecer enormes qualidades, sempre considerei que o seu amor ao Benfica não se sobrepunha à sua necessidade de protagonismo e isso enfraquecia-o como líder com os resultados desportivos sobejamente e tristemente conhecidos.
Não obstante o escrito e apesar da dor que sinto por perder este campeonato julgo ser necessário alguma cautela na forma como hostilizamos LFV, mesmo não gostando, mesmo percebendo os enormes erros cometidos não existe melhor alternativa. Não estou nem estarei disponível para perder o nosso actual presidente com todos os seus defeitos para alguém sem credibilidade que aqui caia de paraquedas. Neste momento nada se avista no horizonte em termos de alternativa, e até isso acontecer julgo que seria muito melhor para todos nós, centrarmos forças em combater a corrupção que nos tirou de forma evidente este campeonato. Cerrar fileiras evidenciando, escrutinando todos os erros de arbitragem que nos impediram de vencer jogos e que carregaram outros até à vitória final.
A seu tempo poderemos e deveremos falar de eleições e de LFV, mas não agora, não agora.

Rui Santos esclarece quem não quer ver.


Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

Notícia de última hora

Guardiola será o treinador do Benfica na próxima época. O elevado investimento encarnado será colmatado, em parte, pela vontade expressa do Barcelona em contar com Jorge Jesus à frente da sua equipa. O acordo alcançado evita assim o pagamento de uma elevada indemnização.

As boas relações entre o Benfica e clube catalão estão, no entanto, ameaçadas porque Messi, o melhor jogador do mundo, faz questão de acompanhar o seu técnico na aventura pelo campeonato português e já avançou com o pagamento da sua cláusula de rescisão.

Os catalães já retaliaram com a contratação de Emerson e de um outro atleta encarnado que permanece em segredo. Uma fonte próxima de um alto dirigente do Barcelona refere o argentino Jara como forte hipótese para substituir o seu compatriota.

Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

O ecletismo e a democracia

Dois princípios basilares do Sport Lisboa e Benfica: Ecletismo e democracia! Desde cedo, saliente-se. Para que se o reconheça, bastará, por exemplo, socorrermo-nos do exemplo de Cosme Damião, um homem apaixonado por futebol que se tornou no líder do Sport Lisboa e Benfica ao longo dos primeiros vinte anos de existência do clube.

O “pai” do Benfica foi impulsionador e praticante de várias modalidades além do futebol e implementou as suas ideias, não sem antes apresentá-las aos associados do Benfica e submetê-las à aprovação pelos mesmos em assembleia.

Em 1926, as ideias de Cosme Damião foram questionadas. Ribeiro dos Reis, líder oposicionista, julgava que o Benfica teria que se adaptar aos novos tempos, concentrando esforços no investimento desportivo e abandonando o cariz amador dos atletas que representavam o Benfica. Foi, desta forma, e pela vontade dos sócios, que Cosme Damião deixou de ser o líder tácito do Benfica.

Nesses tempos, o Benfica já participava em competições de diversas modalidades. Não há relatos, nem sequer um único indício de que pudessem existir, de uma modalidade encontrar-se ao serviço de Cosme Damião e dos seus ideais. Que se saiba, não houve um único sócio ameaçado com um stick por um atleta do hóquei em patins. Não é do conhecimento geral que tenha havido um único sócio contestatário a ser-lhe aconselhada calma pelo apontar de uma vara por um praticante de salto à vara. Ninguém ouviu falar de atletas do lançamento do peso rodearem sócios defensores de medidas contrárias às preconizadas por Cosme Damião.

É este o Benfica que, hoje, orgulhosamente, à distância de quase quatro décadas, pode afirmar que teve a capacidade para se manter democrático num país totalitário nos 48 anos seguintes a 1926. Ano em que, coincidentemente, se deu o afastamento de Cosme Damião das lides benfiquistas.

É este o Benfica em que acredito!

Um Benfica eclético e democrático em que todos os atletas, qualquer que seja a sua modalidade, representam o Benfica. Porque as direcções passam mas o Benfica continua!

VIVA O BENFICA!

Terça-feira, 17 de Abril de 2012

A Ultima Tentação de Cristóvão

Desconhece-se a nacionalidade do senhor que supostamente, terá pela primeira vez pisado o continente americano, já nessa altura o passado do dito genovês e que alguns dizem que terá nascido na Córsega entre outras opções não era dos mais recomendáveis e houve a necessidade de maquilhar se é que o termo me é permitido para a altura a história. Mas o mais intrigante é o facto de haver mapas portugueses que já especificavam a existência das terras de Vera Cruz.

Muitos e muitos anos depois de se saber que a Terra era redonda e que já tinha acabado o tempo em que os animais falavam, aparece o Paulo. E se é verdade que a nacionalidade deste é pacifica, tudo o resto acaba por ser tão estranho e tão obscuro como do primeiro. Começou por ser policia e chegou a inspector depois saiu para formar uma empresa de Business Intelligence, para quem não sabe é assim um género de detective daqueles que espiam pessoas há procura de infidelidades, e que se valem dos conhecimentos que tinham anteriormente para quebrar os vários sigilos que existem, um género de cuscuvilheira de telemóvel e portátil dos tempos modernos, mas que nos intervalos deposita dinheiro na conta de outras pessoas.

PC quis imitar PC. E isto não é nenhuma sigla politica é uma sigla de crime lá nas terras do Brasil, Primeiro Comando…. Da Capital, mas isto é no Brasil não é no Porto nem sequer em Lisboa….

É que o crime tem várias formas e nuances…. Mas não deixa de ser crime.

Cristóvão, o pereira, conhecedor dos métodos do costa, o pinto, e tendo acesso aos ficheiros da fruta e dos legumes que a judite deve ter dos consumidores da mercearia, resolve juntamente com o rapaz dos paquetes, o Godinho, e aqui aviso já que não tem nada a ver com os navios que deram às Américas, instalar o mesmo negócio lá prás bandas de Alvalade. E vai disto começa a investir a sério. E começa a perceber que fruta é que os jogadores andam a comer, e isto foi-me dito por um patricio meu, um rapaz um bocado ingénuo, que fez a tropa comigo e que ainda nos encontramos nos almoços anuais. Vai daí e com a experiência de lidar com criminosos, bandidos e incendiários compulsivos, o ex inspector, homem batido e nada primitivo, chega à conclusão que os suspeitos do costume recebem formas de motivação e valorização generosas vai para 30 anos.

Simples, invés de se aliarem a quem combate este tipo de aldrabices, vigarices e outras ices, foram pelo caminho mais fácil e optaram por adoptar os mesmos métodos, mas correu mal…

É que há uns anos eram quinhentinhos mas agora dois mil já não chegam.

O circo continua com várias famílias como a famila Chen, a família Cardinali entre outras.

O futebol português também continua um circo mas com outras protagonistas que não descobriram continentes, mas que continuam a espoliar não os indios dos seus tesouros ancestrais, mas o desporto e o verdadeiro mérito!

Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Estupidez verdadeiramente profissional

Hoje li uma crónica absolutamente vergonhosa de Vítor Serpa, director da Bola.
Serve-se então aquela cabecinha pensadora de um "comentário curioso de um alto responsável do porto" para desenvolver uma teoria.

O tal alto responsável do porto terá afirmado que o porto deverá deixar «o Benfica andar entretido com a ideia de que a um treinador tudo de bom e de mau se deve. Enquanto não mudarem de ideias e continuarem com a estrutura amadora que têm, nós ficamos à vontade, porque o FCPorto será campeão vinte vezes nos próximos vinte e cinco anos.»

A teoria, pretensiosa na intenção de explicar o insucesso do Benfica, versa a "longa distância de definir uma verdadeira estrutura profissional, capaz de dar resposta às mais diversas e complexas solicitações de um grande clube europeu» que o Benfica estará.

Parte-se, portanto, do pressuposto que o porto terá a tal estrutura profissional que permite «dar resposta às mais diversas e complexas solicitações de um grande clube europeu»

E talvez tenha razão.

Não fosse a verdadeira estrutura profissional do porto e o campeonato nacional, mais ponto menos ponto, não acabaria por ser decidido por um fiscal-de-linha.

Não fosse a verdadeira estrutura profissional do porto, o Benfica não teria sido eliminado injustamente dos quartos-de-final da liga dos campeões enquanto o porto não teria alcançado a glória de ter sido eliminado na Liga Europa pela equipa que viria a sê-lo pelo sporting na eliminatória seguinte.

Não fosse a verdadeira estrutura profissional do porto e a final da taça da liga não seria desgraçadamente disputada pelo Benfica, o tal da estrutura longe de ser verdadeiramente profissional, após eliminar, nas meias-finais, o clube da estrutura verdadeiramente profissional, o porto.

Não fosse a verdadeira estrutura profissional do porto, e o director do jornal "A bola" não teria escrito uma crónica digna de um profissional do jornalismo verdadeiramente amador.

Mas lá está, no jornal "A Bola", possivelmente pensar-se-á que o único problema na imprensa será a redução generalizada dos hábitos de leitura e não, também, de terem, à frente dos seus destinos, responsáveis longe de serem verdadeiramente profissionais ou de, pelo menos, terem responsáveis que desenvolvem raciocínios longe de serem próprios de jornalistas verdadeiramente profissionais...

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

O lado desportivo da presidência LFV

10 anos, 2 campeonatos, 1 taça de Portugal , 3 taças da Liga, 1 supertaça, 2 presenças nos quartos-de-final da Liga dos campeões. Fraco no contexto da história do Benfica mas melhor que nos 8 anos anteriores. Atente-se ainda ao ponto de partida, caracterizado por uma total inexistência de recursos financeiros e humanos.

Neste sentido, penso que é injusto avaliar o desempenho desportivo nos mandatos LFV no seu todo.

Há três fases e isso percebe-se perfeitamente se nos recordarmos de uma declaração do presidente que pareceu patética em 2005. "O título veio antes de tempo".

Portanto, 3 fases:
1) Apagar fogos e apetrechar o plantel de qualidade possível e instantânea sem recursos;
2) apetrechar o plantel ainda sem grande capacidade de investimento;
3) Investimento à bruta baseado num modelo de maximização de receitas, nomeadamente, participações na champions, venda de jogadores e rentabilização da marca.

O ponto de partida foi assustadoramente baixo. Acrescente-se que, paralelamente, competimos com um adversário habituado a ganhar e que usa um tipo de armas que não está na nossa natureza usar. Ou seja, para ser justo, penso que devemos avaliar a política desportiva a partir de 2006/07, talvez. E não tem sido grande coisa.

Não tem sido, essencialmente, por 3 razões:
- Comunicação péssima (incluo gestão das expectativas, relacionamento com os rivais, postura em relação aos diversos agentes do futebol, timings errados em diversos aspectos e necessidades de protagonismo)
- Deficiente capacidade de escolha de alguns recursos chave ou amplitude dos poderes concedidos a esses recursos;
- Incapacidade para antecipação de cenários (a alienação de passes é onde isto é notório mas incluo igualmente, por exemplo, as arbitragens que somos alvo regularmente)

De resto, más decisões aqui ou ali mas, genericamente, são "normalidades" na gestão de uma equipa de futebol. Na prática, o que vemos nos últimos anos é uma direcção capaz de providenciar, ao seu treinador, meios mais que suficientes para ser um candidato sério a vencer todas as competições e a, com sorte, fazer um brilharete na Europa (chegar às meias-finais da CL, por exemplo). Depois, é fácil de apontar inúmeros erros. Mas são erros facilmente detectáveis porque, antes, já se garantiram as condições que, durante uma década e meia, não existiram no clube.

Por último, resta-me acrescentar que o nosso presidente parece não ter sensibilidade para o desporto, o que poderá contribuir decisivamente para alguns, senão muito, dos problemas com que nos deparamos actualmente.

Já agora, acrescento que não precisamos de um presidente que perceba de futebol para ganhar. O presidente João Santos não mandava nada mas tinha a inteligência para perceber que, deixar o Gaspar Ramos tomar decisões, significaria que as coisas correriam bem e tal repercutir-se-ia na sua imagem como presidente.

O LFV não teve, até hoje, essa capacidade. Pelo menos é a imagem que dá... O que acontece realmente é que confia nas pessoas, garante os meios e exige resultados. No caso particular do Jorge Jesus, penso que há (ou houve) um excesso de confiança nas suas capacidades. Conceder poderes quase ditatoriais a um treinador, geralmente, não dá bom resultado. No caso do JJ, tão preocupado consigo próprio como com os títulos, ainda é pior...

Prioridades

Há uma coisa que gostava de deixar claro. Neste momento importa estarmos unidos e apoiarmos a equipa, técnica incluído.

Há uma Taça da Liga para ganhar, o campeonato ainda não está perdido e há o 2º lugar para defender.

O resto vê-se no fim da época.

Terça-feira, 10 de Abril de 2012

A perfeição

Ando farto do Jorge Jesus há algum tempo. Depois lembro-me dos treinadores anteriores e acalmo-me. No entanto, não me recordo de um técnico que tenha tido tantos meios à sua disposição... O Benfica, a espaços, tem óptimos desempenhos mas também é verdade que, invariavelmente, claudica nos momentos chave...


Será a altura para mudar?  Há algo que deverá ser muito bem ponderado...

Para mim é claro que, não fossem as arbitragens, mesmo com os nossos erros e defeitos, seríamos campeões e estaríamos nas meias-finais da liga dos campeões. Deveremos despedir um treinador por despedir? Que tipo de treinador deveremos contratar? É que, na volta, não precisamos de um treinador extremamente competente... Só precisamos de um que, nos momentos certos, saiba pressionar e saiba, também, preparar os seus jogadores para que, ao fim de 10 minutos em que nos roubaram um penalti e assinalaram outro contra, a equipa não desista.

As declarações do Artur são elucidativas do estado de espírito no grupo. Especialmente se nos recordarmos do que o Maxi afirmou após o jogo em Olhão. Pura e simplesmente, ontem, a equipa entregou-se a partir do penalti contra nós assinalado. Foi notória a descrença.

Os jogadores estão cansados psicologicamente. Talvez o treinador também esteja e com razão para estar. Isto é uma vergonha! O roubo é sistemático e nada nos leva a crer que não seja propositado.

O Benfica tem que ser perfeito para ganhar um campeonato!

E eu pergunto-me... O porto joga sempre bem? O porto não erra contratações? O treinador do porto não comete erros?

Era preciso melhor

Jogámos pouco, muito pouco, para quem precisava de ganhar o jogo. Não percebo como foi possível. Atitude não faltou, mas faltou, e muito, discernimento e qualidade de jogo.

Isto sem esquecer o penálti por assinalar sobre o Gaitán, que me parece indiscutível, e sem esquecer o mais importante: se não fosse o golo em fora de jogo do maicon, estávamos a um ponto, e não a quatro. E tudo ainda era possível.

De qualquer forma, há que não desistir. O fcp também pode ter um descalabro como nós tivemos. Nunca se sabe. E há o segundo lugar para defender, que é importante por causa da Champions.

Sábado há um título para ganhar. É o menos importante de todos, não o podemos negar, mas é um título. E neste momento é isso que importa.

Vamos a isto.

A mudança

O que é mais comum entre nós, benfiquistas, é o anseio por uma política de terra queimada. De Junho de 1994 a Junho de 2009 foi o que tivemos no clube... Os resultados foram espectaculares, como se viu...

Mudem tudo, de presidente, dirigentes, equipa técnica, jogadores, fisioterapeutas, chuveiros, águia vitória, rodas do autocarro, etc. Mudem tudo que há uma coisa que não mudará: O insucesso continuado.

É preciso compreendermos algo que parece simples mas ninguém quer reconhecer: O Benfica já não é há algum tempo aquilo que projectamos dele. E não é, precisamente, por termos andado 15 anos a destruir, juntar os cacos, fingir que se constrói e destruir novamente.

Alguma coisa terá que mudar, concordo, mas o que, agora, parece um descalabro, não anda assim tão longe da glória que todos desejamos. Aliás, porra, puta que pariu a arbitragem que nos obriga indecentemente a roçarmos permanentemente a perfeição para que tenhamos sucesso...

Se calhar bastará mudar de treinador. 
Se calhar bastarão 2 ou 3 reforços. 
Se calhar precisamos de montar uma estrutura secreta de ataque às más arbitragens. 
Não sei, sinceramente, do que precisamos. 
Precisamos de alguma coisa... 
E, se calhar, precisamos somente de uma direcção capaz de perceber o que precisamos... 
Mas, volto a repetir, mudar tudo ou quase tudo será um erro. Um erro catastrófico!

Sexta-feira, 6 de Abril de 2012

Todas as razões são boas para a masturbação


Ó doce sensação, aquela que, pelas nossas mãos, auto-infligimos prazer. Os homens tocam-se, as mulheres esfregam-se e o mundo continua a girar...

Vem isto a propósito de um rapaz que, um dia, lhe apeteceu masturbar-se. Não terá sido um dia extraordinário, como é natural, mas foi o dia em que escolheu masturbar-se com uma câmara a si direccionada enquanto transmitia para o desconhecido.

O desconhecido, presumivelmente de origem feminina, nada mais era que um grupo de rapazes empenhados em publicar vídeos comprometedores de figuras públicas na internet.

O rapaz que, nesse dia, escolheu, sem o saber, masturbar-se para o mundo, fê-lo com a mão direita. A mesma mão que, diariamente, apontava para prémios entusiasmantes como máquinas de café, trituradoras ou batedeiras. Fazia-o na companhia de uma loira, também ela apresentadora de prémios. Curiosamente, uma loira combustível para a ignição de milhares de mãos direitas neste país.

Velhinhas e velhinhos, senhoras e senhores e crianças, todos os dias, continuaram a conhecer produtos elevados à categoria de potenciais prémios pela mão direita que, um dia, pela acção de uns jovens rapazes que se fizeram passar por uma rapariga assanhada, mostrou ao mundo que serviria para algo mais que apontar para os tais prémios. A mão agarrava uma pila. A pila gostou.

Este jovem, que não sabia que estaria a ser filmado, continuou a desempenhar as suas funções após a divulgação do vídeo. As suas funções na RTP, saliente-se. E, a meu ver, muito bem, porque a masturbação é um direito inalienável.

Mas há mãos e mãos, há movimentos manuais e movimentos manuais.

Esta semana ficámos a saber que, para a mesma estação de televisão, é intolerável que se festeje um golo do Benfica sem se saber que se está a ser filmado. Pelos vistos, esse acto é, para as gentes da RTP, atentatório dos bons costumes. Dos bons costumes do público, presume-se, pois é o público a razão de ser de uma estação de televisão. Público esse que é constituído por gente que se toca e esfrega mas não celebra golos do seu clube. Especialmente, se não souber que está a ser filmado.

É caso para perguntar… Qual será o preço certo em euros para determinar o fascismo dos bons costumes numa estação de televisão?

Quinta-feira, 5 de Abril de 2012

O Elogio de Jesus



Experiência

Cenário
Futebol - Quartos-de Final Liga dos Campeões


Enquadramento

Na 1ª mão a equipa A perdeu por 1 a 0, em sua casa frente à equipa B.
A equipa A não poderá apresentar qualquer dos seus defesas centrais por motivo de lesão.

Teste
Jogo da 2ª mão

Adversidades
A equipa de arbitragem utilizará permanentemente e desde o primeiro minuto critérios técnico e disciplinar distintos, beneficiando sempre a equipa B de forma a enervar a equipa A.Garantirá uma vantagem precoce no marcador à equipa B, e a expulsão do capitão da equipa A.

Pretende-se responder às seguintes questões:
Haverá algum técnico no Mundo capaz de armar bem uma equipa para um jogo fora de casa da Liga dos Campeões com a indisponibilidade de todos os seu defesas centrais?
Haverá algum técnico no Mundo capaz de preparar psicologicamente os seus jogadores para uma arbitragem tão habilidosa?
Haverá algum técnico no Mundo capaz de preparar fisicamente tão bem uma equipa que ela possa resistir mais de uma hora com menos um jogador?
Haverá algum técnico no Mundo que consiga equilibrar/disputar/garantir/lutar pelo resultado até final do jogo com todas as adversidades enunciadas?

Conclusão:
Há um treinador capaz, chama-se Jorge Jesus e treina o Sport Lisboa e Benfica.

Tenho 42 anos de idade e na minha memória guardo apenas dois nomes de treinadores do Glorioso, Eriksson e Jesus. Com vantagem para o segundo dadas as condicionantes actuais face ás do tempo do sueco.

Nota: para quem ainda tem dúvidas ontem à noite Matic voltou a mostrar o seu valor. Diferente de Javi Garcia, sem as ganas deste mas com muito melhor controlo de bola e qualidade de passe. Compará-lo com Airton é brincadeira.

Este post devia-se chamar "Orgulho"

Há uma coisa, uma só, que todos os Benfiquistas exigem às sucessivas equipas que representam o Benfica, aos muitos jogadores que ano após ano envergam o Manto Sagrado - que dentro do campo sejam Benfica, que dentro do campo elevem alto o nome do Clube, que lutem dignanente com as armas que têm do primeiro ao último minuto de cada jogo.

Ontem ninguém duvida que foi isso que aconteceu. A equipa que ontem jogou em Londres foi Benfica ao mais alto nível.

E o orgulho que isso nos causou, nos causa, alimenta ainda mais o nosso Benfiquismo.

Continuemos assim em alvalade e nos restantes jogos até ao fim da época.

Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Moneytalks

Garra, coragem, determinação e um árbitro ladrão. O dinheiro falou mais alto que o amor!

Árbitro por encomenda

Estamos no intervalo do jogo, mas não há dúvida, o poderio económico e o mercado que representa o Chelsea já tinham feito estragos na primeira-mão em Lisboa com um penalty claro que não foi assinalado e agora com um penalty inventado. Em quase todos os lances o árbitro decide contra o Benfica e contemporiza e ameniza as faltas dos jogadores do Chelsea. A CORRUPÇÃO E A FRUTA DA ARBITRAGEM INTERNACIONAL.

Terça-feira, 3 de Abril de 2012

Problema Central

Fase decisiva da época, jogo dos quartos de final da Champions e a dupla de centrais em perspectiva é Javi Garcia e Emerson com Matic no meio campo e Capdevilla na lateral esquerda - medo.
A isto chama-se azar, quem acredita, ide à bruxa.

Espero é que não arrisquem um milimetro que seja com qualquer dos centrais que condicione a sua utilização para o que resta da temporada. A nossa luta é segunda-feira, ponham o Luisão, Jardel, Garay e Miguel Vitor numa redoma curativa para os termos aptos para o grande objectivo da época.