O Benfica ganhou, afastou-se do FC Porto e demonstrou, mais uma vez, um aspecto necessário para quem quer ser campeão: espírito de sacrifício, luta, entrega, porque nem sempre as vitórias são feitas de lances vistosos, fintas extraordinários ou golos espectadores.
Sem jogar muito bem, a equipa continua a colocar os adversários em «sentido» logo no início das partidas, como aconteceu em Leiria, e, durante os noventa minutos, dificilmente permite que criem muitos lances de perigo, muitas vezes começa a «travar» o ímpeto oposto ainda nas intermediárias contrárias. Naturalmente, tem havido algumas excepções, mas o sector defensivo tem resolvido bem os problemas: o golo de Leiria foi sobretudo azar do David Luiz, que personifica este forte empenho do novo Benfica, quando tentava «cortar» a bola.
Apesar de tudo, os jogadores conseguiram alguns momentos brilhantes, mas o mais notável foi aquele toque subtil que permitiu a Saviola inaugurar o marcador, na sequência de mais uma bola bem preparada por Aimar.
A vitória é justa e nasce na sequência de um lance duvidoso: posso estar enganado, mas parece-me que o defesa do Leiria toca primeiro na bola e só depois derruba Aimar. No entanto, em jogadas como esta, é quase impossível um julgamento correcto, sem imagens televisivas, como acontece a quem está no relvado.
Por outro lado, senti a falta de Fábio Coentrão: já mostrou que está evoluído como atleta, mais disciplinado tacticamente, e, com velocidade e técnica, podia ter «agitado» e melhorado o futebol do Benfica, como já aconteceu noutros desafios, perante um estádio que nunca tinha recebido tanta gente numa competição nacional. Na Liga de Honra, recebia jogos com pouco mais de 500 (é mesmo assim, não faltam zeros) espectadores.
A contratação de Keirrison entusiasmou-me bastante no início da época, não só porque tem potencial para ser um fantástico futebolista, mas, também, porque se falava que poderia reforçar o FC Porto. Contudo, continua a revelar-se desenquadrado do sistema de Jesus, mas espero que o treinador lhe volte a dar mais oportunidades para jogar.
Sem jogar muito bem, a equipa continua a colocar os adversários em «sentido» logo no início das partidas, como aconteceu em Leiria, e, durante os noventa minutos, dificilmente permite que criem muitos lances de perigo, muitas vezes começa a «travar» o ímpeto oposto ainda nas intermediárias contrárias. Naturalmente, tem havido algumas excepções, mas o sector defensivo tem resolvido bem os problemas: o golo de Leiria foi sobretudo azar do David Luiz, que personifica este forte empenho do novo Benfica, quando tentava «cortar» a bola.
Apesar de tudo, os jogadores conseguiram alguns momentos brilhantes, mas o mais notável foi aquele toque subtil que permitiu a Saviola inaugurar o marcador, na sequência de mais uma bola bem preparada por Aimar.
A vitória é justa e nasce na sequência de um lance duvidoso: posso estar enganado, mas parece-me que o defesa do Leiria toca primeiro na bola e só depois derruba Aimar. No entanto, em jogadas como esta, é quase impossível um julgamento correcto, sem imagens televisivas, como acontece a quem está no relvado.
Por outro lado, senti a falta de Fábio Coentrão: já mostrou que está evoluído como atleta, mais disciplinado tacticamente, e, com velocidade e técnica, podia ter «agitado» e melhorado o futebol do Benfica, como já aconteceu noutros desafios, perante um estádio que nunca tinha recebido tanta gente numa competição nacional. Na Liga de Honra, recebia jogos com pouco mais de 500 (é mesmo assim, não faltam zeros) espectadores.
A contratação de Keirrison entusiasmou-me bastante no início da época, não só porque tem potencial para ser um fantástico futebolista, mas, também, porque se falava que poderia reforçar o FC Porto. Contudo, continua a revelar-se desenquadrado do sistema de Jesus, mas espero que o treinador lhe volte a dar mais oportunidades para jogar.