Incidências condicionantes do jogo:
- A meio da primeira parte já tinha premiado meia-defesa do Benfica com cartões no seu estilo de isenção hábil. Comparem o amarelo à abrir o jogo ao Fábio Coentrão com o perdoado a João Pereira (que seria o segundo) na segunda parte e o exibido a Saviola que não foi o único a simular uma g.p., o mesmo se passou na área do Benfica mas sem a devida admoestação ao avançado do Braga.
- Má decisão na anulação do golo a Luisão que a Porto TV na enésima repetição tenta justificar naquilo que se poderia apontar como visão raio x do Super Jorge Sousa a descortinar uma infracção de Cardozo.
- Uma grande penalidade por assinalar por mão na área de um defesa contrário.
Eu fui a Braga e pelo que leio vi o mesmo jogo do Tnlemos diferente do TC. E a matemática confirma a minha opinião. Vejamos 58% de posse de bola, 58 ataques contra 27, 15 remates contra 11 e a meio da segunda parte julgo que o Braga ainda não tinha ganho qq canto e nós já levávamos 13. Com 91,128 quilómetros percorridos o Benfica fez mais 1808 metros do que o seu adversário (89,320 km). Ramires foi o único jogador a superar a barreira dos 10 km (10 337 metros). E só quatro jogadores superaram a barreira das dez acelerações, com destaque para o Maxi Pereira (20), bem à frente de Ramires (13), Pablo Aimar (13) e Fábio Coentrão (12), enquanto do lado do Braga só Hugo Viana chegou às dez. Tudo isto somado às condicionantes impostas pela tripla de habilidosos tornava a missão impossível. Dominámos tivémos atitude apenas lamento o desacerto nos cantos e cruzamentos e alguma precipitação nos passes. O Braga é uma boa equipa mas contou sempre com mais 3 elementos. Num jogo a sério era grande a probabilidade de termos ganho. Apenas um reparo ao treinador não insista no Fábio Coentrão a defesa esquerdo. A falta que nos fez com 12º jogador.
Estão para chegar os jogos com os rivais e advinham-se as nomeações e o tipo de arbitragens, ao estilo de Pedro Henriques "deixar jogar", leia-se deixar bater de forma a penalizar os melhores e a beneficiar os Brutos Alves do nosso futebol.
Espero que a Direcção esteja atenta e arrepie caminho quanto à sua decisão de não comentar o trabalho de quem dirige os jogos. E não entregue Jesus como fez com Quique.
p.s. a repetição da palavra habilidoso e suas derivadas é propositada. Estou convencido que quando a inventaram foi a pensar em figuras com a do Jorge Sousa.



