O Benfica parte para a segunda parte desta eliminatória com o Hertha de Berlim com um empate, tendo marcado um golo fora, o que, nas competições europeias, é positivo, mas este resultado sabe a pouco.
Por tudo aquilo que a equipa já demonstrou esta temporada, pela qualidade individual dos jogadores, pela capacidade táctica de Jorge Jesus, pela fraca valor dos alemães, esperava mais, muito mais. O Benfica entrou bem, com um passe genial de Carlos Martins a contribuir para o golo de Di Maria - afinal aquele pé direito serve para alguma coisa -, mas, depois, durante o jogo, foi perdendo gás, e nem sequer o golo do Hertha conseguiu espicaçar um conjunto estranhamente amorfo.
Esta apatia estendeu-se, também, à ousadia táctica de Jesus, apesar da tradicional agitação no banco de suplentes, uma vez que as duas primeiras substituições foram puramente conservadoras. É claro que o golo do adversário foi sequência de um azar de Javi Garcia, mas o Benfica podia ter perdido este encontro, o que seria ainda mais lamentável. Espero que esta exibição, com contornos idênticos ao que se passou com Belenenses, V. Setúbal ou Olhanense, não se repita.
Não percebo, também, a insistência em exagero para jogar pela ala esquerda, apesar dos bons frutos já colhidos esta época, através de Di Maria e Coentrão, por exemplo, mas explorar o flanco direito mais vezes seria benéfico.
Por tudo aquilo que a equipa já demonstrou esta temporada, pela qualidade individual dos jogadores, pela capacidade táctica de Jorge Jesus, pela fraca valor dos alemães, esperava mais, muito mais. O Benfica entrou bem, com um passe genial de Carlos Martins a contribuir para o golo de Di Maria - afinal aquele pé direito serve para alguma coisa -, mas, depois, durante o jogo, foi perdendo gás, e nem sequer o golo do Hertha conseguiu espicaçar um conjunto estranhamente amorfo.
Esta apatia estendeu-se, também, à ousadia táctica de Jesus, apesar da tradicional agitação no banco de suplentes, uma vez que as duas primeiras substituições foram puramente conservadoras. É claro que o golo do adversário foi sequência de um azar de Javi Garcia, mas o Benfica podia ter perdido este encontro, o que seria ainda mais lamentável. Espero que esta exibição, com contornos idênticos ao que se passou com Belenenses, V. Setúbal ou Olhanense, não se repita.
Não percebo, também, a insistência em exagero para jogar pela ala esquerda, apesar dos bons frutos já colhidos esta época, através de Di Maria e Coentrão, por exemplo, mas explorar o flanco direito mais vezes seria benéfico.