Blog dedicado ao Sport Lisboa e Benfica em que se pretende que, sem perder o sentido crítico, se mantenha o espírito construtivo.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Liga Fernando Gomes
Numa fase em que o Benfica ainda está a tentar carburar ofensivamente, era muito importante não sofrer golos. Só que estamos a defender mal e são duas bolas por jogo na nossa baliza. Também é verdade que, para virar um jogo, não é aconselhável colocar em campo o César Peixoto. Porém, tudo isto é relativizado face à arbitragem (?) daquele vigarista que, apesar de ser de Leiria, foi homenageado recentemente pela Associação de Futebol do Porto (!). Não vale a pena falar da imensidão de erros ("penalties", foras-de-jogo, cartões amarelos). Todos vimos. Mas isto não espanta. Será que ainda não perceberam que esta é a Liga Fernando Gomes? Correram com o homem que, no Conselho de Disciplina, tomava decisões sem temê-los e com o anterior presidente da Liga, por não ser um cordeirinho nas suas mãos. Colocaram lá dois ferrenhos portistas. E quem apoiou os novos órgãos sociais? O nosso presidente. Deve-nos, pois, uma explicação bem fundamentada, já que não no-la deu antes das eleições. Será que pensava que a qualidade da equipa - o tal rolo compressor - era suficiente para os Benquerença, Proença, Cosme e outros vermes? Enganou-se...
Roda de Camião
Há uns anos atrás em pleno campeonato do mundo a equipa do Brasil tinha um patinho feio que ninguém parecia entender porque é que jogava, se a memória não me atraiçoa tratava-se de Zé Roberto. Os jornalistas Brasileiros muito atentos ao assunto resolveram inquirir o povo na escolha para titular entre Zé Roberto e uma roda de camião. As respostas foram maioritariamente a favor da roda com múltiplos argumentos bastantes engraçados. Ao ver o jogo que culminou na 3ª derrota em 4 jogos do nosso clube, dei por mim a lembrar-me desta estória e a pensar se preferia ver Aimar a jogar ou uma roda de camião. Confesso que a duvida se instalou e se mantém e não é uma certeza porque a minha memória ainda consegue alcançar pequenas maravilhas protagonizadas pelo nosso número 10, pena é que esses momentos andem longe, muito longe tornando-se demasiado penoso a sua manutenção em campo sendo que Jorge Jesus parece não ver, aliás o nosso treinador parece não ver nada, não sei se serão as penas do Pavão que vestiu durante demasiado tempo que lhe toldão a visão ou se será algo mais profundo que isto. As alterações por si protagonizadas foram simplesmente horríveis, pior era praticamente impossível, e resultam de uma péssima leitura de jogo contribuindo significativamente para a derrota de hoje e para o afastamento definitivo à 4ª jornada da luta pelo titulo.
O que todos vemos, salta à vista por ser demasiado evidente, até o JJ viu o que atendendo aos problemas elencados anteriormente é de evidenciar, foi mais uma excelente arbitragem de Olegário, eu não levei cartão amarelo o que dada a sua actuação é de estranhar.
O que todos vemos, salta à vista por ser demasiado evidente, até o JJ viu o que atendendo aos problemas elencados anteriormente é de evidenciar, foi mais uma excelente arbitragem de Olegário, eu não levei cartão amarelo o que dada a sua actuação é de estranhar.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
David Luiz certeiro
Já todos sabíamos que o nosso central é uma pessoa inteligente, mas, no treino da selecção brasileira, ele fez questão de confirmá-lo. No final da 'peladinha', discutia-se se tinha ganho a equipa de Hulk, como pretendiam os seus elementos e afirmava o árbitro (que, no final, foi fotografado com os supostos vencedores), ou se, pelo contrário, a disputa acabara empatada, conforme pretendia a formação de David Luiz. O 'site' da CBF ouviu alguns dos protagonistas e o nosso jogador explicou com clareza o que se passou. Duas frases bastaram para se compreender tudo: «Esses caras querem ganhar roubado, o Hulk é sempre assim, ganha roubado aqui, ganha roubado em Portugal» e «Em Portugal só falta o árbitro posar para a foto também».
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Torres
Lembro-me, tinha os meus 11 anos, dos seus primeiros jogos pelas reservas do Benfica, no Campo Grande, onde marcava golos às pazadas. Na altura, chamavam-lhe o Canada Dry, pois a sua aparência física, muito alto e magro, fazia lembrar a garrafa do refrigerante com esse nome. Recordo as grandes discussões com os sportinguistas, que diziam que ele não jogava nada, opinião que vieram a engolir com língua de palmo.
Tinha a sua entrada na equipa principal tapada pelo extraordinário José Águas, um dos maiores jogadores da história do SLB, e teve de esperar pela época 62/63 para se tornar avançado centro titular. Foi o treinador Fernando Riera quem lhe deu a titularidade, decisão que levantou grande polémica e que hoje encheria páginas e páginas na internet, pois tirar o capitão da equipa bicampeã europeia, foi considerado por muita gente, na altura, um autêntico crime. Tem de se levar em linha de conta que José Águas, apesar da veterania, era ainda um grande jogador e, em termos técnicos, muito superior. Levou o seu tempo até as pessoas se convencerem que Torres representava o futuro e a decisão de Riera provava que via mais além.
Começou aí, em 62/63, a história da mais extraordinária dupla de pontas de lança de sempre do futebol português e uma das maiores do mundo. A conjugação Eusébio/Torres, com o apoio de outros grandes jogadores, como é óbvio, foi responsável por inúmeros títulos e por dezenas e dezenas de golos.
Pessoalmente, marcaram a minha adolescência pois, na altura, mais ainda do que hoje, não perdia um jogo do Benfica e assisti ao vivo às suas enormes proezas.
Tinha a sua entrada na equipa principal tapada pelo extraordinário José Águas, um dos maiores jogadores da história do SLB, e teve de esperar pela época 62/63 para se tornar avançado centro titular. Foi o treinador Fernando Riera quem lhe deu a titularidade, decisão que levantou grande polémica e que hoje encheria páginas e páginas na internet, pois tirar o capitão da equipa bicampeã europeia, foi considerado por muita gente, na altura, um autêntico crime. Tem de se levar em linha de conta que José Águas, apesar da veterania, era ainda um grande jogador e, em termos técnicos, muito superior. Levou o seu tempo até as pessoas se convencerem que Torres representava o futuro e a decisão de Riera provava que via mais além.
Começou aí, em 62/63, a história da mais extraordinária dupla de pontas de lança de sempre do futebol português e uma das maiores do mundo. A conjugação Eusébio/Torres, com o apoio de outros grandes jogadores, como é óbvio, foi responsável por inúmeros títulos e por dezenas e dezenas de golos.
Pessoalmente, marcaram a minha adolescência pois, na altura, mais ainda do que hoje, não perdia um jogo do Benfica e assisti ao vivo às suas enormes proezas.
José Torres (1938-2010)
A notícia acaba por não nos apanhar de surpresa, pois há muito sabíamos que a doença o tinha atacado, mas ficamos sempre tristes com o desaparecimento de uma das maiores glórias do nosso futebol. Foi esta manhã divulgada a notícia do morte do Bom Gigante. Parece-me desnecessário destacar todos os seus feitos com a nossa camisola. Apenas pretendo deixar uma pequena homenagem a esta figura do desporto nacional e benfiquista, em nome deste 'blog', e manifestar o sentimento de vazio que nos provoca o desaparecimento de alguém tão relevante para as nossas cores. Não o esqueceremos...
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Plantel fechado
Passado o dia 31 de Agosto e fechado o mercado de transferências o plantel que vai atacar esta época está definido e pelo menos até Janeiro não sofrerá qualquer alteração.
Ao contrário do que seria expectável foi um período bastante conturbado em que se cometeram alguns erros que importa interiorizar e de futuro resolver. De positivo podemos destacar a manutenção de algumas peças fulcrais, tais como David Luiz, Luisão, Cardozo, Fábio Coentrão e a contratação atempada de algumas unidades que visavam colmatar lacunas do plantel, refiro-me a Gaitan (Di Maria), Jara (alternativa a Saviola) e Fabio Faria (defesa esquerdo e central).
De negativo o não suprimento de falhas identificadas e a incapacidade de saber gerir as dispensas/contratações do plantel.
A dispensa de Quim via televisão sem que o seu substituto estivesse assegurado é uma das situações que se vem repetido ano após ano. Dispensa-se primeiro sem ter assegurado uma alternativa válida e que pelo menos no plano teórico signifique uma mais valia em relação ao dispensado.
Da análise ao plantel e em comparação com o ano passado penso que do ponto de vista atacante tem mais alternativas, mas no plano da recuperação de bola está bastante mais fraco. Para o ataque às competições internas e expectativas numa participação honrosa na Champions o que implicará em muitos períodos do ano jogar duas vezes por semana existem posições que carecem de alternativas válidas. A ala direita poderá neste aspecto constituir um problema. Para a posição de defesa direito temos apenas Maxi e a adaptação Ruben Amorim. O Português constitui-se também como única alternativa a Salvio na direita do meio campo. Parece-me curto. Na ala esquerda temos apenas Gaitan e Fábio Coentrão, com César Peixoto a constituir-se como única alternativa. Atendendo que o marido da Diana Chaves passa maior parte do tempo a recuperar de mazelas, poderá obrigar a algumas “invenções” de resultado duvidoso.
Em suma estamos um pouco dependentes da sorte, nas lesões e castigos, que permita uma gestão equilibrada do plantel. Estas lacunas já tinham sido identificados o ano passado pelo que se estranha a não correcção. Resta-nos acreditar que Gaitan, Fábio, Ruben e Maxi não tenham problemas físicos.
Apraz-me ainda estranhar a manutenção de Luis Filipe e Filipe Menezes no plantel. Se o primeiro em caso de aperto poderá ser lançado e num jogo de baixa exigência cumprir, o Brasileiro deveria rodar na perspectiva do seu crescimento enquanto jogador.
PS: Escrevi este post antes de ler o do João Tomaz, apesar de concordar tenho uma visão ligeiramente diferente pelo que resolvi publicá-lo na mesma.
Ao contrário do que seria expectável foi um período bastante conturbado em que se cometeram alguns erros que importa interiorizar e de futuro resolver. De positivo podemos destacar a manutenção de algumas peças fulcrais, tais como David Luiz, Luisão, Cardozo, Fábio Coentrão e a contratação atempada de algumas unidades que visavam colmatar lacunas do plantel, refiro-me a Gaitan (Di Maria), Jara (alternativa a Saviola) e Fabio Faria (defesa esquerdo e central).
De negativo o não suprimento de falhas identificadas e a incapacidade de saber gerir as dispensas/contratações do plantel.
A dispensa de Quim via televisão sem que o seu substituto estivesse assegurado é uma das situações que se vem repetido ano após ano. Dispensa-se primeiro sem ter assegurado uma alternativa válida e que pelo menos no plano teórico signifique uma mais valia em relação ao dispensado.
Da análise ao plantel e em comparação com o ano passado penso que do ponto de vista atacante tem mais alternativas, mas no plano da recuperação de bola está bastante mais fraco. Para o ataque às competições internas e expectativas numa participação honrosa na Champions o que implicará em muitos períodos do ano jogar duas vezes por semana existem posições que carecem de alternativas válidas. A ala direita poderá neste aspecto constituir um problema. Para a posição de defesa direito temos apenas Maxi e a adaptação Ruben Amorim. O Português constitui-se também como única alternativa a Salvio na direita do meio campo. Parece-me curto. Na ala esquerda temos apenas Gaitan e Fábio Coentrão, com César Peixoto a constituir-se como única alternativa. Atendendo que o marido da Diana Chaves passa maior parte do tempo a recuperar de mazelas, poderá obrigar a algumas “invenções” de resultado duvidoso.
Em suma estamos um pouco dependentes da sorte, nas lesões e castigos, que permita uma gestão equilibrada do plantel. Estas lacunas já tinham sido identificados o ano passado pelo que se estranha a não correcção. Resta-nos acreditar que Gaitan, Fábio, Ruben e Maxi não tenham problemas físicos.
Apraz-me ainda estranhar a manutenção de Luis Filipe e Filipe Menezes no plantel. Se o primeiro em caso de aperto poderá ser lançado e num jogo de baixa exigência cumprir, o Brasileiro deveria rodar na perspectiva do seu crescimento enquanto jogador.
PS: Escrevi este post antes de ler o do João Tomaz, apesar de concordar tenho uma visão ligeiramente diferente pelo que resolvi publicá-lo na mesma.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Justa Homenagem
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Quem não se sente não é filho de boa gente!
Nesta semana foram lançadas nalguns blogues benfiquistas, supostas repito supostas ligações entre o Presidente do Benfica e do Atlético de Madrid, não sei se é verdade, o que eu sei é que quem não se sente não é filho de boa gente, e estas informações encontram-se acessiveis na internet, na qualidade de sócio do Benfica eu gostaria que estas supostas ligações fossem cabalmente esclarecidas, é que se assim não acontecer, vai ficar no ar matéria que eu considero gravissima. Se fosse eu queria que tudo fosse esclarecido cabalmente, é que negócios com o Atlético de Madrid ainda não ficámos a ganhar em nenhum.
O Benfica tem um director de comunicação que é pago para esclarecer situações, é essa a sua função. Niguém está acima do Benfica, porque o Benfica somos todos e há valores que nunca se poderão perder, e se toda esta panóplia de factores for falsa, como acredito que seja, facilmente se prova que se tratou de uma calúnia. Mas para isso precisamos de saber a outra versão!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ao ritmo do novo Mantorras
É incontornável falar de Roberto quando se analisa o estado actual do Benfica ou simplesmente se quer falar do último jogo que disputámos, dando a impressão (mas errada) que tudo o que acontece tem como epicentro o Roberto. Perdemos porque Roberto deu 2 frangos ou ganhámos porque Roberto defendeu um penalty. Na realidade a verdade é que na Madeira Roberto contribuiu (significativamente) para a derrota, assim como a defesa da grande penalidade contribuiu para a vitória diante do Setúbal, contudo não convém menosprezar que o Benfica fez um grande jogo, pressionando o adversário no seu meio campo não o deixando jogar, o que contribuiu para a ausência de oportunidades de golo na nossa baliza e isso constituiu uma grande diferença em relação aos jogos anteriores.
Não obstante estas minhas últimas palavras, está criado um fenómeno em torno do Guarda redes, se fosse uma manobra de Marketing diria que era uma das mais bem sucedidas de sempre, mas infelizmente é apenas um jogador de futebol do nosso clube. Aquilo que se vive e se assistiu em torno do G.R. no Estádio da Luz é só comparável ao Mantorras. Na sua entrada (aqui compreende-se) e cada vez que tocava na bola, por mais simples que fosse a sua intervenção (e foram todas), originava uma histeria colectiva com aplausos e incentivos vários na minha óptica completamente despropositados até porque são reveladores do constrangimento que a sua presença em jogo causa. Infelizmente a comparação de Roberto a Mantorras não cessa neste pormenor, é que ambos foram caros e os dois não têm condições para jogar no S.L.B., um por razões físicas e outro por razões psicológicas ( e creio que não só).
Para aqueles que pululam em defesa de Roberto com argumentos que afinal o rapazinho tem qualidades, e em especial para os responsáveis do clube, ACORDEM, seguem-se 4 jogos muito difíceis e de extrema importância cuja perda de pontos, em função do que vai acontecendo nos jogos do fcp, irremediavelmente nos afastará do titulo. Já perdemos tempo, pontos, um titulo com esta "palhaçada", já chega.
Não obstante estas minhas últimas palavras, está criado um fenómeno em torno do Guarda redes, se fosse uma manobra de Marketing diria que era uma das mais bem sucedidas de sempre, mas infelizmente é apenas um jogador de futebol do nosso clube. Aquilo que se vive e se assistiu em torno do G.R. no Estádio da Luz é só comparável ao Mantorras. Na sua entrada (aqui compreende-se) e cada vez que tocava na bola, por mais simples que fosse a sua intervenção (e foram todas), originava uma histeria colectiva com aplausos e incentivos vários na minha óptica completamente despropositados até porque são reveladores do constrangimento que a sua presença em jogo causa. Infelizmente a comparação de Roberto a Mantorras não cessa neste pormenor, é que ambos foram caros e os dois não têm condições para jogar no S.L.B., um por razões físicas e outro por razões psicológicas ( e creio que não só).
Para aqueles que pululam em defesa de Roberto com argumentos que afinal o rapazinho tem qualidades, e em especial para os responsáveis do clube, ACORDEM, seguem-se 4 jogos muito difíceis e de extrema importância cuja perda de pontos, em função do que vai acontecendo nos jogos do fcp, irremediavelmente nos afastará do titulo. Já perdemos tempo, pontos, um titulo com esta "palhaçada", já chega.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Tristes e chateados? Esmaguem o Setúbal !
Ninguém gosta de perder, e perder com esta capacidade com este talento ainda custa mais.
Mas o que nos resta? Chorar sobre o leite derramado? Correr os argumentos de ponta à ponta à espera de respostas? É uma possibilidade... pouco geradora de proveitos mas uma hipótese como muitas outras. Relembro que faltam 4 dias para o fecho das inscrições, e não creio que se consiga agora alterar a programação de uma época inteira que só termina em Junho.
Há um mês atrás todos estávamos contentes e felizes ainda que pudessem ter saido jogadores basilareas, por isso se os jogadores eram bons não deixaram de ser.
Muitas pessoas gostam de encontrar os motivos, os acontecimentos, no fundo a tentativa de entender e bem as causas que levaram a estas derrotas. Mas não creio que seja altura para isso pelas razões que apresentei anteriormente.
Missiva para os jogadores:
Estão aborrecidos? Chateados? Macambúzios? Olhem para o simbolo que levam no coração e para o escudo que ostentam no braço, o tal que tanto suor vos custou, o que foi ganho com justiça garra e coragem por vocês no campo, dentro das quatro linhas, Caramba, VOCÊS SÃO OS CAMPEÕES !!!
Amanhã vai ser um lindo dia, tão bonito como aquele em que vocês arrasaram o Setúbal na época passada, é hora de ganhar, é hora de demonstrar a nossa força.
Amanhã começa nas bancadas e no campo, estaremos unidos como o nosso lema, e renovação do titulo começa amanhã, levem o vosso orgulho ferido e esmaguem, mas esmaguem o Setúbal!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Do barulho à peixeirada
A transferência de Roberto tem sido tema largamente discutido entre Benfiquistas. O burburinho em torno das motivações que originaram a sua contratação tem-se alastrado para níveis que roçam a peixeirada e que em nada dignificam o Sport Lisboa e Benfica.
Admito que tenho ouvido sensível e se barulhos de fundo me causam alguma confusão e impressão, berros e alarvidades várias deixam-me à beira de um ataque de nervos. A recente “especulação” dando nota das motivações pessoais do nosso presidente para justificar a compra de um jogador, até para mim que não morro de amores por LFV, parece-me parvo, despropositado e totalmente fora de contexto visando algo que nesta data não fará qualquer sentido ainda para mais numa altura difícil para todos nós.
Assim em vez de sermos criativos na maledicência, como a memoria é curta importa contextualizar a contratação de Roberto:
Benfica sagra-se campeão nacional após uma época soberba. Importa capitalizar esse sucesso e uma das correcções a fazer é na baliza. Para a grande maioria dos adeptos Benfiquistas salvo honrosas excepções Quim é um guarda-redes razoável. Era unânime a necessidade de se contratar alguém que defenda bolas impossíveis dando uma dimensão ainda maior à nossa equipa e que signifique pontos a nosso favor. Estamos em Maio/Junho, período pré-mundial e estuda-se o mercado. Não sou grande conhecedor do mercado mas Guarda-redes que preencham os requisitos exigidos com possibilidades de virem para o nosso clube não abundam, estou mesmo em crer que as possibilidades existentes foram todas afloradas pelos média, falo de Amélia, Doni e Eduardo. Como se sabe o primeiro foi para o AC Milan, o Doni joga na Roma presumo com um salário incomportável para as nossas cores já para não falar que deixou de jogar no seu clube e selecção não sabemos muito bem em que condições se apresenta, sobra Eduardo. Hoje é fácil dizer que Eduardo era a melhor opção, mas à data, não existia unanimidade no seu nome, muitos torciam o nariz pois achava-se que era um Quim ligeiramente mais novo, acrescia o facto de o Braga não estar interessado no negócio o que dificultava as coisas num processo que prometia arrastar-se no tempo, e presumo eu, com excepção de Jesus a restante estrutura também não acreditava muito no rapaz (e só o mundial é que alterou este cenário, mas volto a frisar estamos no período que antecipou a competição).
É neste enquadramento que surge ou ressurge o nome Roberto. O G.R. já tinha sido equacionado em Janeiro, segundo os entendidos tratava-se de alguém jovem com um potencial enorme que tinha efectuado seis meses magníficos no Saragoça. Pelo meio J.J. dispensa o Quim numa entrevista, salvo erro, à RTPN (primeiro tiro nos pés) e começam a surgir ecos do interesse de vários clubes na contratação de Roberto. Perante a ausência de alternativas e na eminência de se perder o concurso do jogador convictos do potencial do rapaz, LFV parte para Espanha com único intuito de o contratar. Acabou por fazê-lo ao preço e nas condições que todos conhecemos. Foi um erro? Até foi mas será assim tão criticável, neste enquadramento, ao ponto de se por em causa a idoneidade do nosso presidente?
No jogo com a Académica em conversa com um consócio este dizia a respeito da falhada contratação de Wesley (que acabou no Bremen) “Quando queremos contratar um jogador não podemos de forma alguma entrar numa espécie de Leilão, se o fizermos dada a capacidade financeira de outros clubes muito provavelmente perderemos o negócio, temos que chegar lá e comprar”. Eu concordo e foi o que fizemos com Roberto e muito provavelmente por causa disso não o fizemos com Wesley.
Não quero com esta lenga lenga toda desculpar o gritante erro que se cometeu, contudo não me parece que o maior erro esteja na base que levou à sua contratação mas sim na insistência da sua titularidade (que espero ver corrigida no sábado apesar de achar que tal não ocorrerá).
Admito que tenho ouvido sensível e se barulhos de fundo me causam alguma confusão e impressão, berros e alarvidades várias deixam-me à beira de um ataque de nervos. A recente “especulação” dando nota das motivações pessoais do nosso presidente para justificar a compra de um jogador, até para mim que não morro de amores por LFV, parece-me parvo, despropositado e totalmente fora de contexto visando algo que nesta data não fará qualquer sentido ainda para mais numa altura difícil para todos nós.
Assim em vez de sermos criativos na maledicência, como a memoria é curta importa contextualizar a contratação de Roberto:
Benfica sagra-se campeão nacional após uma época soberba. Importa capitalizar esse sucesso e uma das correcções a fazer é na baliza. Para a grande maioria dos adeptos Benfiquistas salvo honrosas excepções Quim é um guarda-redes razoável. Era unânime a necessidade de se contratar alguém que defenda bolas impossíveis dando uma dimensão ainda maior à nossa equipa e que signifique pontos a nosso favor. Estamos em Maio/Junho, período pré-mundial e estuda-se o mercado. Não sou grande conhecedor do mercado mas Guarda-redes que preencham os requisitos exigidos com possibilidades de virem para o nosso clube não abundam, estou mesmo em crer que as possibilidades existentes foram todas afloradas pelos média, falo de Amélia, Doni e Eduardo. Como se sabe o primeiro foi para o AC Milan, o Doni joga na Roma presumo com um salário incomportável para as nossas cores já para não falar que deixou de jogar no seu clube e selecção não sabemos muito bem em que condições se apresenta, sobra Eduardo. Hoje é fácil dizer que Eduardo era a melhor opção, mas à data, não existia unanimidade no seu nome, muitos torciam o nariz pois achava-se que era um Quim ligeiramente mais novo, acrescia o facto de o Braga não estar interessado no negócio o que dificultava as coisas num processo que prometia arrastar-se no tempo, e presumo eu, com excepção de Jesus a restante estrutura também não acreditava muito no rapaz (e só o mundial é que alterou este cenário, mas volto a frisar estamos no período que antecipou a competição).
É neste enquadramento que surge ou ressurge o nome Roberto. O G.R. já tinha sido equacionado em Janeiro, segundo os entendidos tratava-se de alguém jovem com um potencial enorme que tinha efectuado seis meses magníficos no Saragoça. Pelo meio J.J. dispensa o Quim numa entrevista, salvo erro, à RTPN (primeiro tiro nos pés) e começam a surgir ecos do interesse de vários clubes na contratação de Roberto. Perante a ausência de alternativas e na eminência de se perder o concurso do jogador convictos do potencial do rapaz, LFV parte para Espanha com único intuito de o contratar. Acabou por fazê-lo ao preço e nas condições que todos conhecemos. Foi um erro? Até foi mas será assim tão criticável, neste enquadramento, ao ponto de se por em causa a idoneidade do nosso presidente?
No jogo com a Académica em conversa com um consócio este dizia a respeito da falhada contratação de Wesley (que acabou no Bremen) “Quando queremos contratar um jogador não podemos de forma alguma entrar numa espécie de Leilão, se o fizermos dada a capacidade financeira de outros clubes muito provavelmente perderemos o negócio, temos que chegar lá e comprar”. Eu concordo e foi o que fizemos com Roberto e muito provavelmente por causa disso não o fizemos com Wesley.
Não quero com esta lenga lenga toda desculpar o gritante erro que se cometeu, contudo não me parece que o maior erro esteja na base que levou à sua contratação mas sim na insistência da sua titularidade (que espero ver corrigida no sábado apesar de achar que tal não ocorrerá).
sábado, 21 de agosto de 2010
Há guarda-redes que valem pontos!
Hoje na Choupana houve 2 guarda-redes que valeram pontos! Só há uma coisa a fazer e é óbvia, antes que seja tarde de mais. Acorda Jesus!
A minha preferência vai para o Júlio César.
A minha preferência vai para o Júlio César.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Mandem também o Reyes!
Ler o jornal a Marca e os comentários que os leitores fazem só pode servir para uma coisa rir, mas rir a valer. Os espanhóis quando algum jogador do clube deles se vai embora fica-se com a sensação que é o pior jogador do Mundo, são comentários ridiculos despropositados e de maldade pura. Mas como não conheço os jogadores, costumo ler as opiniões dos ditos é que entre tanta alarvidade de vez em quando existe alguém de bom senso que opina.
Relativamente ao Sálvio espero que Jesus faça o mesmo que fez com Di Maria, ou seja o que Quique destrói, Jesus reconstrói e aumenta exponencialmente. Com Quique todos os jogadores eram vulgares, por isso tenho esperança que este seja mais uma vez polido e que possa demonstrar o seu real valor.
Que o Sálvio seja um Javi Garcia, um Saviola ou um Pablo Aimar, eu como benfiquista ficarei muito feliz. E já agora se não querem o Reyes que o mandem também que nós agradecemos e de que maneira!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Poder negocial
“O segredo é a alma do negócio” ditado antigo e absolutamente verdadeiro. Num ano em que por diversas vezes foi discutida a capacidade negocial dos nossos dirigentes (na sequência do negócio Di Maria) aí está a principal pecha (pelo menos a conhecida) envolvendo o processo negocial desenvolvido pelos responsáveis nas transacções de jogadores.
Por mérito dos jornalistas (algumas vezes, diria poucas) e pagamento de favores prestados (publicação de noticias a pedido) as negociatas do Benfica são acompanhadas ao minuto pelos média (especialmente o jornal “ABOLA” e mais recentemente o Record) com os resultados sobejamente conhecidos. Tudo o que o Benfica cheira acaba por interessar ao FCP e das duas uma, o negócio não se concretiza ou torna-se mais caro do que seria expectável. Se repararmos as contratações que foram bem sucedidas só foram conhecidas após concretização ou já muito perto do fecho (Roberto, Gaitan, Jara, Saviola, Javi Garcia, Airton, Rodrigo, etc…), as restantes acabam por falhar e mais grave do que isso acabam por reforçar o nosso rival mais directo (Alvaro Pereira; Falcão; James Rodriguez). É tempo de aprender com os erros e salvaguardar a nossa posição.
Por mérito dos jornalistas (algumas vezes, diria poucas) e pagamento de favores prestados (publicação de noticias a pedido) as negociatas do Benfica são acompanhadas ao minuto pelos média (especialmente o jornal “ABOLA” e mais recentemente o Record) com os resultados sobejamente conhecidos. Tudo o que o Benfica cheira acaba por interessar ao FCP e das duas uma, o negócio não se concretiza ou torna-se mais caro do que seria expectável. Se repararmos as contratações que foram bem sucedidas só foram conhecidas após concretização ou já muito perto do fecho (Roberto, Gaitan, Jara, Saviola, Javi Garcia, Airton, Rodrigo, etc…), as restantes acabam por falhar e mais grave do que isso acabam por reforçar o nosso rival mais directo (Alvaro Pereira; Falcão; James Rodriguez). É tempo de aprender com os erros e salvaguardar a nossa posição.
Alan, e porque não?
A minha filosofia de ver o futebol leva-me a pensar que a formação deve servir na grande maioria das vezes para debelar as pechas da equipa principal e se não fôr possivel deve-se tentar contratar jogadores jovens que possam dar o seu contributo durante vários anos. Esta é a forma que eu considero ideal e indicada para se planificar o presente e o futuro. Mas por vezes existem condicionantes de dificil resolução e que requerem respostas práticas e imediatas. Eu como vocês sou benfiquista e quero o melhor do nosso clube, e ainda que possa não ser a solução ideal eu penso que esta solução seria objectiva e potenciadora de frutos a curto prazo.
Alan, é um jogador com muitos anos de campeonato e que tem rubricado grandes exibições nas últimas temporadas o jogo de ontem foi mais uma prova disso, tem 30 anos pois tem mas tem uma grande garra e tecnicamente e tácticamente é um jogador precioso, poderá não ser uma aposta de futuro mas poderá valer um campeonato por a sua forma de se entregar ao jogo. Poderá não poder jogar na Liga dos Campeões, mas 1,5 milhões por um jogador desta qualidade e adaptado ao nosso campeonato é quanto a mim um bom negócio, um negócio bem melhor que o de César Peixoto que tinha a mesma idade e menos qualidades que este.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Eco
Um dos grandes problemas das Organizações está na comunicação (interna e externa), quanto maior for a estrutura mais complicada se torna a tarefa, se tivermos a falar de um clube da dimensão do SLB é um desafio enorme e de gestão complicadíssima. Têm sido notórias as dificuldades sentidas pelas sucessivas direcções do clube, assim como se nota a sua preocupação com esse aspecto (os vários directores de comunicação que têm passado pelo clube). Quando o clube ganha tudo se torna simples e eficaz (mesmo que a realidade não seja essa) quando os resultados não aparecem surgem os problemas e evidenciam-se as lacunas (mesmo que ténues sejam).
O clima que se vive hoje no nosso clube, para mim que não tenho informação privilegiada, o que penso e escrevo resulta apenas da leitura de jornais, blogues e conversas com adeptos também estes comuns e ávidos do “diz que disse”, faz-me muita confusão. O burburinho que se levanta e tem inundado e preocupado a mente de muitos Benfiquistas é preocupante, estranho e pouco compatível com a realidade ainda recente de sucesso desportivo. Este eco, que não sei se é verdadeiro, seria facilmente eliminado com uma comunicação rigorosa, séria, atempada e a uma só voz, acima de tudo respeitosa com os profissionais que nos representam e que nos representaram. Limitava-se a oposição interna, abafava-se os egos (sedentos de protagonismo) e geria-se as massas (atenção que falo de comunicação e não gestão para o povo), ou então ganha-se os próximos 29 jogos.
O clima que se vive hoje no nosso clube, para mim que não tenho informação privilegiada, o que penso e escrevo resulta apenas da leitura de jornais, blogues e conversas com adeptos também estes comuns e ávidos do “diz que disse”, faz-me muita confusão. O burburinho que se levanta e tem inundado e preocupado a mente de muitos Benfiquistas é preocupante, estranho e pouco compatível com a realidade ainda recente de sucesso desportivo. Este eco, que não sei se é verdadeiro, seria facilmente eliminado com uma comunicação rigorosa, séria, atempada e a uma só voz, acima de tudo respeitosa com os profissionais que nos representam e que nos representaram. Limitava-se a oposição interna, abafava-se os egos (sedentos de protagonismo) e geria-se as massas (atenção que falo de comunicação e não gestão para o povo), ou então ganha-se os próximos 29 jogos.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
A Propósito Dos Que Não Estão Cá
Não gosto de chorar sobre o leite derramado mas o Diário Económico, na sua edição de hoje, tem um artigo muito interessante sobre os jogadores que saíram da Luz, nomeadamente Di Maria, Ramires e Quim. Eis os principais factos desse artigo:
• Ramires e Di Maria garantiam 26% das assistências
• ................................................ 24% dos remates
• ................................................ 44% dos cruzamentos
• Quim foi decisivo em nove jogos e apenas num foi mal batido
• Dos três grandes, o Quim teve a melhor média de defesas decisivas por jogo (1,4), contra 0,7 e 0,9, efectuadas por Helton e Rui Patrício, respectivamente
• Ramires tinha a melhor média de recuperações no meio campo adversário (1,2 por jogo)
É claro que estes números não traduzem a influência da capacidade de explosão e irreverência do Di Maria, ou o equilíbrio defesa/ataque que Ramires proporcionava. Apesar de parecerem ser significativos não deixam de ser enganadores.
Analisando estes números mais friamente podemos chegar às seguintes conclusões. Não individualizando os jogadores, até porque não tenho acesso a essa estatística, e não contando com o guarda-redes, em média os restantes 8 jogadores de campo efectuaram, cada um, 9,25% das assistências, 9,5% dos remates e 7% dos cruzamentos gerados pela equipa. Se multiplicarmos estes valores por dois jogadores não andam muito longe das percentagens apresentadas no artigo, à excepção dos cruzamentos, o que é natural tendo em conta que estamos a falar exactamente dos dois alas da equipa.
Eu não vou dizer que estes dois jogadores não eram influentes mas houve jogos em que jogamos sem eles (o Ramires, por exemplo, teve ausente alguns períodos significativos) e não foi por isso que perdemos a tendência vitoriosa e a dinâmica de ataque. O Gaitán é diferente do Di Maria mas creio que dos reforços deste ano é o que tem melhores condições para se afirmar mais rapidamente e fazer esquecer, em parte, o Di Maria. O Ruben Amorim, friso, EM FORMA, pode perfeitamente fazer de Ramires e garantir maior equilíbrio à equipa (contudo, não deixo de mencionar que esta posição é a que mais necessitávamos de reforçar de momento, um box-to-box rápido e de qualidade). Agora, se o Benfica não entrar com a dinâmica, frescura física e atitude para decidir o jogo nos primeiros minutos, como acontecia o ano passado, o que não se verificou neste último domingo, é que não vamos lá. Partilho algumas das preocupações que o meu amigo TC referiu no post anterior mas as coisas não são assim tão negras, é uma questão de trabalho e mentalidade.
PS - Sobre o Quim, tirem as conclusões que acharem.
• Ramires e Di Maria garantiam 26% das assistências
• ................................................ 24% dos remates
• ................................................ 44% dos cruzamentos
• Quim foi decisivo em nove jogos e apenas num foi mal batido
• Dos três grandes, o Quim teve a melhor média de defesas decisivas por jogo (1,4), contra 0,7 e 0,9, efectuadas por Helton e Rui Patrício, respectivamente
• Ramires tinha a melhor média de recuperações no meio campo adversário (1,2 por jogo)
É claro que estes números não traduzem a influência da capacidade de explosão e irreverência do Di Maria, ou o equilíbrio defesa/ataque que Ramires proporcionava. Apesar de parecerem ser significativos não deixam de ser enganadores.
Analisando estes números mais friamente podemos chegar às seguintes conclusões. Não individualizando os jogadores, até porque não tenho acesso a essa estatística, e não contando com o guarda-redes, em média os restantes 8 jogadores de campo efectuaram, cada um, 9,25% das assistências, 9,5% dos remates e 7% dos cruzamentos gerados pela equipa. Se multiplicarmos estes valores por dois jogadores não andam muito longe das percentagens apresentadas no artigo, à excepção dos cruzamentos, o que é natural tendo em conta que estamos a falar exactamente dos dois alas da equipa.
Eu não vou dizer que estes dois jogadores não eram influentes mas houve jogos em que jogamos sem eles (o Ramires, por exemplo, teve ausente alguns períodos significativos) e não foi por isso que perdemos a tendência vitoriosa e a dinâmica de ataque. O Gaitán é diferente do Di Maria mas creio que dos reforços deste ano é o que tem melhores condições para se afirmar mais rapidamente e fazer esquecer, em parte, o Di Maria. O Ruben Amorim, friso, EM FORMA, pode perfeitamente fazer de Ramires e garantir maior equilíbrio à equipa (contudo, não deixo de mencionar que esta posição é a que mais necessitávamos de reforçar de momento, um box-to-box rápido e de qualidade). Agora, se o Benfica não entrar com a dinâmica, frescura física e atitude para decidir o jogo nos primeiros minutos, como acontecia o ano passado, o que não se verificou neste último domingo, é que não vamos lá. Partilho algumas das preocupações que o meu amigo TC referiu no post anterior mas as coisas não são assim tão negras, é uma questão de trabalho e mentalidade.
PS - Sobre o Quim, tirem as conclusões que acharem.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Será da tinta para o cabelo?
O problema do endeusamento das pessoas está na sua relação com o sucesso. Jorge Jesus parece um pavão e arrisca-se a ficar depenado. Após uma época de sucesso foi dada carta branca ao treinador para escolher reforços e definir plantel, reduzindo o peso de uma estrutura no processo de decisão a uma única pessoa com os perigos que daí advém. Os “reforços” foram caros e visam o futuro e não o presente, Roberto, Gaitan, Rodrigo, Jara, Fábio Faria, são acima de tudo jogadores para o futuro e não para o presente, perante a perca de duas pedras nucleares como foram Di Maria e Ramires o nosso treinador entretém-se e entreteve-se na pré-epoca a dar entrevistas parvas e narcisistas e a escolher e preparar a equipa enquanto pintava o cabelo de louro. Os resultados estão à vista de todos, uma sombra do Benfica, uma equipa sem velocidade, sem ideias e organização. O treinador inventa, está nervoso e perdido, ele também já percebeu que fez porcaria, resta saber se sabe dar a volta ao texto. Eu acredito que é possível, confio nas suas capacidades, mas tem que descer à terra e começar a trabalhar com seriedade, disponibilidade e realismo.
Faltam duas semanas para o mercado fechar, muita tinta rolará, e muitos nomes aparecerão na imprensa como potenciais jogadores a adquirir, uns com verdade, outros patrocinados e indicados pela direcção para aparecerem, e outros fruto de um empresário qualquer que quer valorizar determinado jogador. Espero que a existirem contratações que estas sejam cirúrgicas e pensadas por toda a estrutura, que não resultem apenas de visualização de 2/3 jogos às 3 da manhã no PFC, ou que sirvam para nos mandar areia para os olhos, eu uso óculos e já não me lembro do que se passou o ano passado, sou daqueles que diz – fomos campeões - e não – somos campeões.
Faltam duas semanas para o mercado fechar, muita tinta rolará, e muitos nomes aparecerão na imprensa como potenciais jogadores a adquirir, uns com verdade, outros patrocinados e indicados pela direcção para aparecerem, e outros fruto de um empresário qualquer que quer valorizar determinado jogador. Espero que a existirem contratações que estas sejam cirúrgicas e pensadas por toda a estrutura, que não resultem apenas de visualização de 2/3 jogos às 3 da manhã no PFC, ou que sirvam para nos mandar areia para os olhos, eu uso óculos e já não me lembro do que se passou o ano passado, sou daqueles que diz – fomos campeões - e não – somos campeões.
Novo Campeonato, O Mesmo Sistema
As exibições não têm sido as que gostávamos. O Guarda-Redes ainda não provou o seu valor. O onze ainda não estabilizou, etc. Estou totalmente de acordo mas também existe outra verdade que com pena minha alguns benfiquistas preferem colocá-la em segundo plano. Vejamos, entre o clube do poder a sua sucursal de Lisboa e o Glorioso ninguém se exibiu de forma absolutamente convincente. Estou até convicto da nossa superioridade argumentativa, estatisticamente falando, da justiça para vencer o respectivo jogo.
A diferença dos resultados esteve na sorte variável incontrolável (exemplo o segundo golo da Académica) e nos artistas dos apitos. Na luz o careca que nos calhou na rifa permitiu todo o antijogo possível e imaginário. Não falhou qualquer livre favorável à Académica e nunca teve dúvidas nos inúmeros lances ocorridos na sua grande-área ou zonas limítrofes (excepção a uma claríssima falta sobre Carlos Martins).
Em Paços os lagartos de nada se podem queixar que não de si próprios.
Na figueira da foz o filme de sempre na dúvida sempre a favor do mesmo e quanto mais perto do fim pior.
Em resumo à 1ª Jornada a classificação é uma mentira e MAIS UMA VEZ COM O NOSSO SILÊNCIO QUE POR TÃO PERSISTENTE SE TORNA CÚMPLICE.
E com o passar do tempo e da dinâmica de vitória oferecida se constroem os Mourinhos desta vida.
sábado, 14 de agosto de 2010
To Bi or not to Bi
O campeonato já começou e o Braga parece que quer manter a bitola do ano passado, com um jogo tremendamente eficaz na primeira parte com 2/3 remates à baliza e 2 golos. Estando presentes na Liga Europa ou na Champions a história pode ser outra mas contem com este Braga.
Porto e Sporting entram hoje em acção. O Porto tem sangue fresco no banco de treinador. Infelizmente, começou bem a época oficial, vamos ver como reage à perda do Bruno Alves e à eventual saída de Raul Meireles, mas tal como o nosso treinador disse é o nosso principal adversário, quer no campo, quer fora dele como já vem sendo habitual. Quanto ao Sporting, as maçãs podres já saíram mas ainda paira para lá um cheirinho apodrecido. Pior do que o ano anterior é impossível mas penso que, à imagem do treinador, teremos uns lagartos mais aguerridos e capazes de andarem mais perto dos lugares cimeiros mas num patamar inferior. Juntamente com o Benfica estes serão os 4 candidatos ao título mas com diferentes níveis de favoritismo (Benfica e Porto à cabeça).
Em relação ao resto das equipas, existirá um grande bloco nivelado por baixo com, creio, Guimarães, Nacional e Marítimo num patamar intermédio.
Relativamente ao nosso clube, o nosso presidente já deu o mote – “Verdadeiros campeões não ganham só uma vez”. Diria que se o Benfica mantivesse o nível do ano passado não teria problemas em revalidar o título mas, olhando para este Benfica de hoje, não me parece que tenha o equilíbrio do Benfica da época passada. O guarda-redes ainda não transmitiu confiança, os reforços ainda estão a integrar-se, perdeu-se velocidade, fundamental, com as saídas de Di Maria e Ramires e o Coentrão só não chega. A equipa parece nalguns momentos partida em blocos, criando desequilíbrios. Com o regresso do Maxi, uma das soluções mais óbvias que poderá trazer o tal equilíbrio é avançar o Ruben Amorim para o lugar deixado vago pelo Ramires. Outras das coisas menos positivas é o esbanjamento de dinheiro que se verifica, com a saída iminente do Ramires não teria sido preferível gastar caroço no seu substituto em vez de um possível futuro craque a avançado (Rodrigo).
O nosso clube quando ganha deslumbra-se. É natural tendo em conta a sua dimensão e emoção que gera mas esse deslumbramento nunca pode entrar para dentro do clube. Infelizmente acho que houve alguns sinais de deslumbramento neste início de época na estrutura de futebol, a começar pelo nosso próprio treinador. Quando ganhamos os últimos campeonatos não soubemos manter esse espírito de vitória, está na altura de trabalhar e corrigir esses erros do passado, a Supertaça foi um bom wake up call. O Benfica é o seu “próprio inimigo” e deve-se preocupar consigo mesmo, só assim será mais forte.
Como o João Tomaz já disse, a Liga dos Campeões é para ir o mais longe possível e fazer boa figura mas mais importante que isso é revalidar o título, senão não voltará a haver Champions.
TO BI OR NOT TO BI THAT`S THE QUESTION!
Eu acredito que chegaremos ao Bi-campeonato se corrigirmos algumas lacunas e para começar temos de conseguir uma coisa que já não fazemos desde a época 2004/2005, ganhar a primeira jornada do campeonato.
Porto e Sporting entram hoje em acção. O Porto tem sangue fresco no banco de treinador. Infelizmente, começou bem a época oficial, vamos ver como reage à perda do Bruno Alves e à eventual saída de Raul Meireles, mas tal como o nosso treinador disse é o nosso principal adversário, quer no campo, quer fora dele como já vem sendo habitual. Quanto ao Sporting, as maçãs podres já saíram mas ainda paira para lá um cheirinho apodrecido. Pior do que o ano anterior é impossível mas penso que, à imagem do treinador, teremos uns lagartos mais aguerridos e capazes de andarem mais perto dos lugares cimeiros mas num patamar inferior. Juntamente com o Benfica estes serão os 4 candidatos ao título mas com diferentes níveis de favoritismo (Benfica e Porto à cabeça).
Em relação ao resto das equipas, existirá um grande bloco nivelado por baixo com, creio, Guimarães, Nacional e Marítimo num patamar intermédio.
Relativamente ao nosso clube, o nosso presidente já deu o mote – “Verdadeiros campeões não ganham só uma vez”. Diria que se o Benfica mantivesse o nível do ano passado não teria problemas em revalidar o título mas, olhando para este Benfica de hoje, não me parece que tenha o equilíbrio do Benfica da época passada. O guarda-redes ainda não transmitiu confiança, os reforços ainda estão a integrar-se, perdeu-se velocidade, fundamental, com as saídas de Di Maria e Ramires e o Coentrão só não chega. A equipa parece nalguns momentos partida em blocos, criando desequilíbrios. Com o regresso do Maxi, uma das soluções mais óbvias que poderá trazer o tal equilíbrio é avançar o Ruben Amorim para o lugar deixado vago pelo Ramires. Outras das coisas menos positivas é o esbanjamento de dinheiro que se verifica, com a saída iminente do Ramires não teria sido preferível gastar caroço no seu substituto em vez de um possível futuro craque a avançado (Rodrigo).
O nosso clube quando ganha deslumbra-se. É natural tendo em conta a sua dimensão e emoção que gera mas esse deslumbramento nunca pode entrar para dentro do clube. Infelizmente acho que houve alguns sinais de deslumbramento neste início de época na estrutura de futebol, a começar pelo nosso próprio treinador. Quando ganhamos os últimos campeonatos não soubemos manter esse espírito de vitória, está na altura de trabalhar e corrigir esses erros do passado, a Supertaça foi um bom wake up call. O Benfica é o seu “próprio inimigo” e deve-se preocupar consigo mesmo, só assim será mais forte.
Como o João Tomaz já disse, a Liga dos Campeões é para ir o mais longe possível e fazer boa figura mas mais importante que isso é revalidar o título, senão não voltará a haver Champions.
TO BI OR NOT TO BI THAT`S THE QUESTION!
Eu acredito que chegaremos ao Bi-campeonato se corrigirmos algumas lacunas e para começar temos de conseguir uma coisa que já não fazemos desde a época 2004/2005, ganhar a primeira jornada do campeonato.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Raro exemplo a seguir
Tudo o que vem dos nossos vizinhos da 2ª circular é para mim sinal de repulsa ou no máximo significará algo a não seguir, contudo por vezes ainda que raríssimas, existem medidas que, pasme-se, são de aproveitar. A proibição de vuvuzelas no estádio é uma medida que aplaudo e que gostaria de ver copiada pelas nossas bandas. Com o devido respeito aos aficionados deste objecto mas se o querem usar façam-no no recanto do lar e não aos meus ouvidos.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
E recomeça a dança
Estamos em Agosto a pré-epoca começou em Maio (3 meses), pela primeira vez em vários anos mantivemos a estrutura, o presidente, “responsável” para o futebol e treinador são os mesmos, a base da equipa mantém-se com duas honrosas mas fundamentais excepções sendo que para uma delas já estaria contratado substituto desde Fevereiro (Gaitan) e podemos afirmar hoje que a saída de Ramires estaria apalavrada e encaminhada. Os jogos de preparação foram andando com algumas indicações preocupantes mas com resultados satisfatórios, inclusive em determinados jogos demos espectáculo (Aston Villa).
Chegou o primeiro jogo oficial da época, as indicações preocupantes elevaram-se e confirmaram-se, perdemos um jogo que ninguém antevia perder de uma forma inimaginável e estalou a preocupação e constatação da necessidade de reforços. Todos os dias são noticiados potenciais reforços pelos média numa dança patrocinada pela direcção (!!!).
Entre os adeptos discute-se Roberto e começa-se a sentir algumas reservas e preocupações para a 1ª jornada que se avizinha (Luisão está lesionado, David Luiz no Brasil ao serviço da selecção – logo cansado, Miguel Vítor foi dispensado) e paira no ar até 31 de Agosto a cruel possibilidade de David Luiz e Coentrão poderem sair a troco de uns camiões de dinheiro.
Não havia necessidade…
Chegou o primeiro jogo oficial da época, as indicações preocupantes elevaram-se e confirmaram-se, perdemos um jogo que ninguém antevia perder de uma forma inimaginável e estalou a preocupação e constatação da necessidade de reforços. Todos os dias são noticiados potenciais reforços pelos média numa dança patrocinada pela direcção (!!!).
Entre os adeptos discute-se Roberto e começa-se a sentir algumas reservas e preocupações para a 1ª jornada que se avizinha (Luisão está lesionado, David Luiz no Brasil ao serviço da selecção – logo cansado, Miguel Vítor foi dispensado) e paira no ar até 31 de Agosto a cruel possibilidade de David Luiz e Coentrão poderem sair a troco de uns camiões de dinheiro.
Não havia necessidade…
sábado, 7 de agosto de 2010
Na defesa do Benfica
Neste momento o que me apetece dizer é sem duvida nenhuma VIVA O BENFICA, em especial para todos aqueles que contribuíram para o engrandecer do clube, para todos aqueles que vitória após vitória continuaram a exigir mais e melhor, para todos os que após ganhar 1-0 de seguida exigiam que se ganhasse por 2, para todos os que têm memória e não sacrificam a sua moralidade por um lugar de destaque nas hostes do clube, e que não permitem a colocação de palas nos olhos impedindo de ver o que salta à vista de todos sob a desculpa do apoio e união bacoca que envergonha os fundamentos do Sport Lisboa e Benfica.
"Eu confio no Jorge Jesus, Rui Costa e LFV", a frase mais lida por toda a blogosfera, poderia acrescentar - por mais merda que façam, como ganharam uma vez, cegamente vos apoiaremos - e pergunto se esta é a essência do nosso Benfica?
Hoje perdemos e perdemos bem, penso até que o resultado foi lisonjeiro tal a diferença de ritmos e de qualidade quando nada o fazia prever. Mas alguém se lembra, na era JJ do Benfica jogar assim, dando espaços no meio campo, sem fazer pressão sobre o adversário e sem chama ou criatividade? Alguém se lembra de uma equipa tão conflituosa, tão agressiva (no mau sentido sendo de pasmar como acabámos com 11), tão perdida, tão infantil? Alguém se lembra de um GR tão mau?
Pior que cometer um erro é persistir nesse mesmo erro, mais grave se torna quando para proteger determinada escolha (lá está o erro) se abdica de princípios de jogo adquiridos e de sucesso comprovado. Até JJ já percebeu que Roberto é um pavor em determinados capítulos do jogo, por isso tratou de baixar o bloco defensivo abrindo uma cratera no meio campo por onde os jogadores do fcp se passearam descontraidamente. O nosso treinador sabia que um erro neste jogo criaria uma ferida junto do "demolidor" terceiro anel e tratou de arrebentar a equipa para proteger o seu equivoco. Os resultados estão à vista e são pouco satisfatórios, não só porque perdemos um troféu como demos a confiança e tempo ao Porto para resurgir como sério candidato ao titulo.
Para a semana lá estarei na Luz a apoiar, sem assobios e com muitas palmas, se persistirmos no erro cá estarei para o dizer da forma mais violenta que conseguir, pois sei que assim estarei realmente a defender o Benfica e a contribuir para que não se hipoteque uma época por teimosia.
"Eu confio no Jorge Jesus, Rui Costa e LFV", a frase mais lida por toda a blogosfera, poderia acrescentar - por mais merda que façam, como ganharam uma vez, cegamente vos apoiaremos - e pergunto se esta é a essência do nosso Benfica?
Hoje perdemos e perdemos bem, penso até que o resultado foi lisonjeiro tal a diferença de ritmos e de qualidade quando nada o fazia prever. Mas alguém se lembra, na era JJ do Benfica jogar assim, dando espaços no meio campo, sem fazer pressão sobre o adversário e sem chama ou criatividade? Alguém se lembra de uma equipa tão conflituosa, tão agressiva (no mau sentido sendo de pasmar como acabámos com 11), tão perdida, tão infantil? Alguém se lembra de um GR tão mau?
Pior que cometer um erro é persistir nesse mesmo erro, mais grave se torna quando para proteger determinada escolha (lá está o erro) se abdica de princípios de jogo adquiridos e de sucesso comprovado. Até JJ já percebeu que Roberto é um pavor em determinados capítulos do jogo, por isso tratou de baixar o bloco defensivo abrindo uma cratera no meio campo por onde os jogadores do fcp se passearam descontraidamente. O nosso treinador sabia que um erro neste jogo criaria uma ferida junto do "demolidor" terceiro anel e tratou de arrebentar a equipa para proteger o seu equivoco. Os resultados estão à vista e são pouco satisfatórios, não só porque perdemos um troféu como demos a confiança e tempo ao Porto para resurgir como sério candidato ao titulo.
Para a semana lá estarei na Luz a apoiar, sem assobios e com muitas palmas, se persistirmos no erro cá estarei para o dizer da forma mais violenta que conseguir, pois sei que assim estarei realmente a defender o Benfica e a contribuir para que não se hipoteque uma época por teimosia.
Força Rapazes! Estamos com vocês!
Perdemos a supertaça, gostava de a ter ganho lógicamente, mas também não deixa de ser verdade que esta é a competição mais fraquita que temos cá no burgo.
Se é verdade que existem coisas para limar, não vai ser esta semana que as vou dissecar seguramente. Para mim o essencial estará sempre primeiro que o acessório, e o que é verdade é que no próximo domingo jogamos para o campeonato, o nosso principal objectivo.
Não tenho memória de elefante mas não me posso esquecer da brilhante época que fizémos o ano passado, e estou em crer que esta será melhor, por isso rapazes, força, muita força, estaremos na bancada para vos apoiar já na próxima semana.
A vossa resposta será dada no campo. Uma palavra para Jesus, estou consigo e com a equipa. Obrigado Jesus, o Marquês será nosso mais uma vez!
Se é verdade que existem coisas para limar, não vai ser esta semana que as vou dissecar seguramente. Para mim o essencial estará sempre primeiro que o acessório, e o que é verdade é que no próximo domingo jogamos para o campeonato, o nosso principal objectivo.
Não tenho memória de elefante mas não me posso esquecer da brilhante época que fizémos o ano passado, e estou em crer que esta será melhor, por isso rapazes, força, muita força, estaremos na bancada para vos apoiar já na próxima semana.
A vossa resposta será dada no campo. Uma palavra para Jesus, estou consigo e com a equipa. Obrigado Jesus, o Marquês será nosso mais uma vez!
Espanhol por Espanhol...
Li nos media que o Arsenal pretende adquirir o Pepe Reina guarda redes do Liverpool por 27,5 milhões de Euros. Ora Espanhol por Espanhol e reacendendo um hipotético namoro, penso que estaríamos disponíveis para libertar o Roberto por uma verba bem mais lisonjeira, inclusive mandavamo-lo com laçarote e tudo. Pensem bem é mais novo e promissor e com um potencial enorme (ainda que escondido).
PS: Penso que é perceptível o meu receio para o jogo de logo.
PS: Penso que é perceptível o meu receio para o jogo de logo.
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